Mudas de copo-de-leite distribuídas nos canais de cultivo
“Cultivo de copo-de-leite em sistema hidropônico – NFT” é o nome da pesquisa que é realizada pelo coordenador do curso de Agronomia da UNIFENAS, professor Dr. Paulo Roberto Corrêa Landgraf, juntamente com as professoras Dra. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva (UFLA) e Dra. Elka Fabiana Aparecida de Almeida (EPAMIG).
De acordo com o professor, os produtores enfrentam problemas no cultivo desta cultura causados pela bacteria Erwinia carotovora nos tubérculos e base dos caules da planta, ou seja, a clássica alteração enzimática dos tecidos, que se tornam moles e úmidos. Do mesmo modo, esclarece, também por causa da ação bacteriana, pode-se apresentar uma emergência errática de caules e a queda posterior dos mesmos. Um outro sintoma é o colapso do pedúnculo da flor já cortada durante o período de pós-colheita. “Além disso, o tecido degradado e macerado pelas Erwinia, que, sob condições naturais, tem consistência mole, de aspecto opaco, de cor branca e desprende um forte odor apodrecido”.
Paulo Landgraf explica que o trabalho, financiado pela FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa do estado de Minas Gerais), é avaliar o cultivo hidropônico de copo-de-leite para flor de corte e determinar o tipo solução nutritiva e o tipo de substrato adequado a esse tipo de cultivo.