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12 de novembro de 2013

UNIFENAS promove 12º Seminário de Iniciação Científica e 8º Simpósio de Pesquisa

A reitora Maria do Rosário Araújo Velano fez a abertura oficial


Rosângela Fressato
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Autoridades acadêmicas presentes no evento, que este selecionou 248 projetos para apresentação

A Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UNIFENAS promoveu, em outubro, o 12º SEMIC – Seminário de Iniciação Científica e 8º Simpósio de Pesquisa da UNIFENAS. O evento ocorreu na Sala de Eventos I, com a presença de pesquisadores, alunos, professores, coordenadores, coordenadores de pós-graduação e de graduação, professor Dr. Hercílio Marteli Júnior, pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da UNIMONTES; e professora Dra. Maria Auxiliadora da Silveira Pereira Neves (CNPq).

A abertura oficial do encontro foi realizada pela reitora da Universidade, Professora Maria do Rosário Araújo Velano. Em seu pronunciamento, ela declarou: “ Fiel a seu projeto acadêmico de gerar e difundir conhecimentos úteis a solução de nossos problemas regionais, nacionais e ao desenvolvimento da comunidade nacional, a UNIFENAS está consciente de que tais acontecimentos só serão eficazes se gerados por princípios e processos racionais e objetivos”.

A reitora ressaltou que não é outro o estímulo que leva a UNIFENAS a promover o 8º Simpósio de Pesquisa e o 12º SEMIC, eventos que terão obtido êxito se convencerem nossos acadêmicos e os demais participantes da necessidade de racionalidade e objetividade nas elaborações mentais e nas pesquisas contra inserções meramente empíricas. “Para prosseguirmos nesta linha de ação, foi de grande importância, e representa um enorme estímulo para todos nós, a aprovação pela CAPES do Programa de Doutorado em Reprodução e Sanidade e Bem-Estar Animal na área de Medicina Veterinária. O curso será oferecido pela nossa UNIFENAS a partir do próximo ano”.



Plano Nacional de Pós-graduação



A professora titular da Universidade de São Paulo (USP), Dra. Maria Angélica Miglino, proferiu a palestra “Plano Nacional de Pós-Graduação”. Ela explicou aos presentes as características da ciência, como ela progride e quais os requisitos para ser um cientista, pois tanto o Plano Nacional de Pós-Graduação quanto o Plano Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação foram criados mediante a opinião de cientistas. “Então é preciso saber quem são estas cabeças pensantes, como eles organizaram as suas ideias para fazer esse Plano, que é uma cartilha de direcionamento da pesquisa e pós-graduação no Brasil”.

Segundo a Dra. Maria Angélica, alguns dos requisitos para se tornar um cientista são vários, dentre eles ter dedicação, entusiasmo e ousadia de pensar diferente, credibilidade de que algum conhecimento possa ser modificado através dos tempos e mediante novas pesquisas.

A professora esclareceu que o Plano foi criado em 2010, com métodos de 2011 a 2020. Em sua opinião, grande parte das metas já estão cumpridas, o Brasil pretende formar uma grande quantidade de doutores “e isso é necessário tanto para empresas públicas, privadas, iniciativas privadas. Comparado com outros países desenvolvidos, não temos uma grande produção de doutores. Para se ter uma ideia, na área de Medicina Veterinária nós formamos mais de 800 doutores neste triênio que acabou de passar; nossa meta é dobrar, triplicar isso”.



Boa ideias



A palestrante destacou que, independentemente das condições laboratoriais e sofisticadas de pesquisa que o mundo requer, é das cabeças que surgem as boas ideias, o pensar, e não nos laboratórios e nas máquinas. Segundo ela, este pensamento tem que ser em conjunto, tem que ser exercida a ciência de colaboração. “E, para isso, o professor tem que ler muito para ter independência intelectual e isso ele pode fazer porque a instituição tem acesso ao portal da CAPES e a todos os periódicos. Se eu fosse proprietária de uma universidade particular, o indivíduo que não tivesse uma boa ideia, um bom plano, não ficaria na instituição porque esta precisa de pesquisa e, se ele não sabe pensar e colocar esse pensamento no papel e desenvolver esse plano, acho que dar só aula não basta”.



Vasta experiência



Para o diretor de Pesquisa e Pós-Graduação da UNIFENAS, professor Dr. Mário Sérgio Oliveira Swerts, a Dra. Maria Angélica possui uma vasta experiência na área de Veterinária, de pós-graduação, de parcerias, de elaboração de projetos. “Então, como parceira da UNIFENAS, ela tem sempre colocado algumas orientações fundamentais, visando ao crescimento da produção científica da Universidade, visando ao aumento da captação de recursos externos.”



Fotografia



O professor compara o Seminário e o Simpósio como uma fotografia das

atividades de pesquisa realizadas pelos docentes e discentes da Iniciação Científica da pós-graduação durante todos esses anos.

De acordo com Professor Mário Sérgio, nestes 12 anos de evento, houve aproximadamente 3.500 trabalhos apresentados, frutos da qualidade institucional, da competência técnico-científica dos docentes e, principalmente, da motivação dos alunos que sempre buscam respostas em pesquisas. “Nestes 12 anos, sempre trabalhamos e compactuamos com as palavras do fundador da Universidade, Professor Edson Antônio Velano, que já mencionava: ‘Todos sabem o quanto sempre nos empenhamos em antecipar as mudanças, vendo além do horizonte imediatas necessidades da educação no futuro.’. E todos nós temos o compromisso de escrever as próximas páginas desta história de sucesso e de sucesso evidente, pois a atual gestão da UNIFENAS, professora Maria do Rosário Araújo Velano, Dra. Larissa e Dra. Viviane, demonstram, de forma competente, esta continuidade dos passos do fundador Professor Edson”.

Professor Mário Sérgio diz que a Universidade está caminhando e bem. “Que estes eventos, o Simpósio e o SEMIC, sejam momentos de discussões, troca de ideias, novos experimentos e conquistas”.

Este ano foram apresentados 248 projetos. Os resumos aprovados e apresentados serão disponibilizados nos Anais do Simpósio de Pesquisa e SEMIC da UNIFENAS (ISSN 1983 – 294X) no site www.unifenas.br/semic.