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20 de novembro de 2013

Artigo se classifica em 2º lugar no Congresso de Toxicologia

A pesquisa aborda a carboxihemoglobina em bolsas de sangue


Rosângela Fressato
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Professora Alessandra Pupin

O trabalho científico “Determinação de carboxihemoglogina e metemoglobina em bolsas de sangue de fumantes”, da professora Alessandra Cristina Pupin Silvério e da sua orientada Fernanda Alice (egressa da UNIFENAS) se classificou em 2º lugar no 28º Congresso Brasileiro de Toxicologogia, que ocorreu em Porto Alegre/RS, em outubro.

De acordo com a professora, um sangue, para ser transfundido, precisa ter qualidade, mas ainda não há uma legislação que fale sobre a carboxihemoglogina e metemoglobina. Com este trabalho, ela conseguiu verificar, em 30 dias de análise, que o sangue de fumantes contém três vezes mais a porcentagem de carboxihemoglobina do que o sangue de uma pessoa que não faz uso do tabaco. “Isso em uma transfusão de sangue pode ocorrer em algum acidente, em algum prejuízo para uma pessoa que está sendo transfugida . Não notamos aumento na quantidade de metemoglobina que venha ocasionar qualquer problema”.

Alessandra Pupin conta que foram mais de 600 pôsteres classificados para o congresso, do Brasil inteiro e também de outros países. “Eu fiquei muito surpresa com o resultado porque havia trabalhos com espectrometria de massa, com aparelhos extremamente caros, e a gente fez a pesquisa aqui de uma forma simples, porém com uma técnica totalmente aceitável e de grande relevância para a saúde pública do Brasil. Foi muito gratificante”.

Fernanda Alice foi bolsista da FAPEMIG (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais) para a realização desta pesquisa.