Deputado federal Geraldo Tadeu, a juíza Adriani Garcia, reitora da UNIFENAS, professora Maria do Rosário Velano, e Soraia Leite, da Unifal
A juíza de Direito Adriani Freire Diniz Garcia, que atua nas áreas de Infância e Juventude, Família e Sucessões na comarca de Alfenas, recebeu na sexta-feira, dia 6, a Medalha Desembargador Hélio Costa, uma honraria do Poder Judiciário. Ela, que também é professora do curso de Direito da UNIFENAS, câmpus de Alfenas, foi escolhida por uma comissão.
A cerimônia foi presidida pela juíza diretora do foro, Denise Lúcio Tavela, que compôs a mesa com o prefeito Maurílio Peloso e o vereador Enéias Ferreira de Rezende. Juízes, promotores, defensores públicos, advogados, autoridades civis e militares, serventuários, estagiários e representantes de instituições ligadas às áreas de atuação da homenageada. Familiares, amigos de Adriani Garcia, além da reitora da UNIFENAS, Maria do Rosário Araújo Velano e do deputado federal Geraldo Tadeu, também prestigiaram a homenagem.
O evento começou com o Hino Nacional Brasileiro e Hino do Judiciário. Em seguida, foi lido o currículo resumido da homenageada, que está em Alfenas desde 2007, tendo assumido as atuais funções em 2010. Na Universidade, é professora de Direito Comercial e Direito de Família.
A diretora do foro entregou à agraciada um diploma e a medalha Desembargador Hélio Costa, instituída para homenagear pessoas que prestem ou tenham prestado serviços relevantes à sociedade. Os servidores do foro também prestaram sua homenagem, entregando flores à Adriani Garcia.
Denise Tavela lembrou que, quando foi promovida para Alfenas, Adriani Garcia foi a primeira pessoa que telefonou para oferecer-lhe boas-vindas e ajuda. Disse que a homenageada se encaixa em todos os requisitos exigidos de um juiz. Além da capacidade técnica, destacou a sensibilidade, humildade, tolerância, equilíbrio e generosidade da juíza.
Em sua fala, Adriani Garcia lembrou fatos como a promulgação da Constituição Federal de 1988, a onda de protestos deste ano, as ações do Supremo Tribunal Federal e a evolução do Direito de Família. Como exemplo, citou a união oficial de pessoas do mesmo sexo, adoção e divórcio, além dos direitos de crianças e idosos.
A juíza ilustrou o dia a dia da Justiça, citando vários exemplos do que vê diariamente no fórum de Alfenas. Disse que pelos corredores há “um grito sufocado de socorro” e que o juiz tem de ser sensível, pois lida com histórias de vida e realidades sociais diversas.
Para terminar, já emocionada, disse que ninguém faz justiça sozinho. Ela registrou a ausência do marido, que estava no velório de um irmão em outra cidade e agradeceu a todos que “contribuem com seu trabalho e dedicação pela Justiça.”