Marayra França irá participar de um congresso de neurologia em Goiás
Enquanto cursava o internato de Clínica Médica no Hospital Júlia Kubitschek, Marayra Inês França Coury acompanhou um caso de um paciente de 16 anos, que viria a ser tema de artigo. Segundo ela, um jovem do interior de Minas Gerais foi picado por uma cobra. Ao ser levado para um pronto-atendimento, afirmou ser um tipo de cobra. Logo foi medicado com um soro específico. No entanto, era outro tipo de réptil. “Como ele foi medicado com um soro errado, houve complicações que o levaram a ter um AVC (Acidente Vascular Cerebral). O estado de saúde piorou e hoje ele está vegetando”, explica Marayra.
A partir daí, ela deu início a pesquisas sobre essa situação. “Resolvi então escrever um artigo sobre o assunto, relatando sobre o caso e enfatizando o cuidado para não ocorrerem atrasos na aplicação do soro correto”, diz Marayra. O artigo foi publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical e apresentado no 3° Fórum da FHEMIG (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais) em maio deste ano.
A jovem agora se prepara para divulgar esse estudo no 25º Congresso Brasileiro de Neurologia, que ocorrerá no início de agosto, em Goiânia. “Realmente estou muito feliz com a conquista! Agradeço, acima de tudo, a UNIFENAS, por ter me proporcionado a base para meu conhecimento e o início da realização médica!”
Toxicologia 24h
O Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, possui um serviço de Toxicologia. Em casos de picadas de inseto ou répteis, basta ligar para ter orientações sobre procedimentos iniciais até chegar a um atendimento médico. O setor funciona 24h. O telefone é o (31) 3239-9308.